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O príncipe e o mendigo

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1 O príncipe e o mendigo em Sex Mar 13, 2009 2:01 pm

Gigabolt

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Hipster
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Nome clichê, não? Pois é, mas acabei por não achar nenhum que se encaixasse melhor à temática da fic =P
Anyways, vamos lá, espero que apreciem:
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1º Dia - O desejo contido

"Caro leitor:
Em primeiro lugar desejo agradecer por gastar seu tão precioso tempo lendo minha história. Sei que não deve ser muito prazeroso lê-la, mas peço-lhe encarecidamente que se mantenha atento e que procure retirar o melhor para sua vida.
Como introdução, devo citar um pouco dos eventos mundiais que ocorreram nas últimas décadas: Após a Rebelião Africana, nós, pessoas cuja pele é escura, tomamos o poder. Não digo isso com orgulho, entretanto. Nunca fui a favor de tanta violência para obter os direitos, mas também nunca fui a favor da opressão das pessoas apenas por certas características atribuídas às mesmas, como a cor da pele e onde nasceu. De qualquer forma, como deve ter concluído, sou negro de classe alta. Meu pai, Maraj Mohammed, é dono de duas transnacionais, mas não pretendo falar delas agora. Minha mãe, Alija Mohammed, é a tesoureira de uma dessas empresas.
Notaste a coincidência entre os sobrenomes? Sim, meu pai e minha mãe são irmãos. Ambos nasceram no Congo, e passaram por muitas dificuldades enquanto moraram lá. Meu pai e minha mãe se casaram por causa de uma guerra civil que dizimou toda a vila onde eles moravam. Assim, depois da Rebelião Africana, eu nasci na Inglaterra, já que meu pai era um dos líderes que organizaram a rebelião.
Mas basta de histórias. É melhor que tenhas uma noção da minha situação atual. "

Roy Mohammed, 13/03/2XXX, Londres, Inglaterra.


- Roy, querido, desça aqui! Tenho uma surpresa pra você!

E assim começou aquele dia. Eu, como sempre, não estava nem um pouco empolgado. Afinal, aquela frase não era nem um pouco rara: Minha mãe, por mais carinhosa que fosse, sempre teve um apego aos bens materiais do meu pai. Ela trazia tal "surpresa" todo mês, com o intuito de esconder esse apego.

- Roy, você está me ouvindo?!

- Sim, mãe, estou. Já vou descer.

Levantei da cama, um pouco tonto por ter acabado de acordar. A cama, com um cobertor azul-escuro e três travesseiros amarelos, sempre foi um local bom para mim, já que era onde eu poderia fazer minhas reflexões sem que os outros me pertubassem. Exceto minha mãe, claro.
Olhei para os lados, como se estivesse em um local estranho. Por que nunca me acostumara com o meu próprio quarto? De qualquer forma, tinha de descer, se não minha mãe poderia subir e acabaria sendo pior para mim.

- Roy, meu filho, desça já!

Essa voz foi o necessário para que eu despertasse. A voz do meu pai, grave e poderosa, sempre me provocou um temor que não consigo explicar. Logo que a ouvi, calçei as pantufas de cor bege, que sempre achei feia, e vesti uma camisa branca, com o nome "Africa" estampado na frente.

- Já estou indo!

Desci as escadas rapidamente. Minhas pernas, por mais desajeitadas que fossem, conseguiam descer os degraus em uma velocidade um tanto assustadora.
Logo estava parado, na imensa sala de estar da mansão. Um tapete persa decorava a maior parte do local, que também tinha quadros de vários artistas famosos. A mesa de jantar, inexplicávelmente longa, já que a família era formada por apenas cinco componentes.

- Você demorou, Roy. Bem, aqui está, é pra você.

" Caro leitor:
Sim, acabarei a descrição deste dia aqui. Não há necessidade de saber o que eu ganhei, já que isso provavelmente não afetará a história. Apenas saiba que a partir deste dia, eu comecei a mudar. E querer mudança. E foi essa mudança que ocasionou tudo que irei descrever para a vossa pessoa. Assim, peço que pare de ler por aqui e reflita um pouco no estilo de vida que eu levava, no que faltava, no que estava em excesso, no que precisava ser trocado. Até logo.
Sinceramente, Roy Mohammed"

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2 Re: O príncipe e o mendigo em Sex Mar 13, 2009 2:10 pm

Loma

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Como assim?
Eu quero saber a surpresa dele, ok?! ò.ó
UHDKASUHKDSAUHKDSAKUHDSAKUHDSAUHKDSA
também quero '-' (?)

Otouto, é um escritor, meo deos, meu orgulho *-*'
Eu acho que o que falta pra ele é amigo, hein, falo mesmo (?)
E umas palmadas na bunda, criança rica merece palmada na bunda.
Parei '-'
DKUAUHKDSAUHKDSAUHKDSAUHKDSAHUK

Quero mais *-*'

3 Re: O príncipe e o mendigo em Ter Mar 17, 2009 4:49 pm

Galvão

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AxG VIP
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Loma escreveu:Como assim?
Eu quero saber a surpresa dele, ok?! ò.ó
UHDKASUHKDSAUHKDSAKUHDSAKUHDSAUHKDSA
também quero '-' (?)'

São 2 querendo saber a supresa!

Mandou bem Giga tú tem uma escrita q envolve o leitor!

Mas ai o q eu acho do Roy tá bem naquele estilo de riquinho q tem tudo na mão e num tem vontade nenhuma de correr atrás de algo!!!!!!!!!



Última edição por Galvão em Qui Mar 19, 2009 3:24 pm, editado 1 vez(es)

http://darilgalvao.blogspot.com/

4 Re: O príncipe e o mendigo em Qui Mar 19, 2009 1:22 pm

Gigabolt

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Hipster
Hipster
Bem, vamos ao capítulo 2 :

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2º dia - Plano

" Prezado leitor:
Novamente agradeço pela sua atenção. Sei que a história não é muito interessante, e por isso mesmo agradeço, já que estás se esforçando para lê-la. Agora, para deixar-lhe a par da atualidade, devo explicar-lhe o novo sistema de castas. Não é complicado, mas demorou algum tempo para que esse sistema fosse implantado. Ele divide a população mundial em duas classes: Os príncipes e os mendigos. Os príncipes são os negros e os mendigos são os brancos. Essa divisão foi criada por um dos organizadores da Rebelião Africana, Muriat Bohm, um grande amigo do meu pai. Até onde sei, eles são amigos desde que entraram no exército rebelde africano, mas disto eu não tenho certeza.
Bem, vamos a história. "
Roy Mohammed, 19/03/2XXX, Londres, Inglaterra


- O que você quer?

Como sempre, rude comigo. Esse era Joseph, um dos escravos brancos do meu pai. Ele tinha cabelos tão escuros quanto minha pele, e sardas no rosto. Seus olhos aparentavam estar sempre concentrados em alguma coisa, sempre alertas em caso de perigo. Não tinha simpatia nenhuma por ele, mas sim por sua irmã, Clare. Alguma coisa nela me... incomodava.

- Meu pai disse pra você ir cuidar dos animais. Agora.

E, resmungando, ele obedecia. Talvez eu gostasse de dar ordens para ele, mas como já disse, não sou muito bom em definir o que sinto.

Neste momento, minha mãe entra na cozinha, local onde estávamos, com um enorme sorriso no rosto. Já imaginava o que ela ia dizer.

- Roy, querido! Vamos nos mudar, seu pai foi promovido a Nobre Honroso! Vamos para Paris!

Exatamente o que eu imaginava. Minha mãe só estava com esse sorriso quando ia me dar algum presente ou quando ela sabia que ia ter mais dinheiro nas mãos.

- Que bom.

Esbocei um sorriso acanhado, e fui andando para o meu quarto. Não me interessava a posição social do meu pai. Ele era um ser que eu odiava. Sempre vivi como uma sombra dele, alguém que futuramente tomaria sua posição. Mas eu não podia esperar. Eu precisava ter uma posição acima dele, para mostrar que sou um ser superior a ele.

- Roy, seu pai quer vê-lo.

A voz da Clare me despertou. Por que diabos eu tinha de sentir algo por uma escrava? Terei de me rebaixar tanto para conseguir sentir esse sentimento do qual todos falam, o tal "amor"? Ou talvez eu despreze esse sentimento e siga o caminho para realizar o meu plano?

- Diga a ele que já estou indo, só vou arrumar o meu quarto antes.

Falei isso automaticamente. Minha atenção estava no rosto dela, com sardas iguais às do irmão, mas com cabelos ruivos, longos, presos em um rabo-de-cavalo. Por que eu apreciava essa beleza e nunca consegui notar nada em alguma garota da minha mesma classe?

Logo algo passou por minha cabeça. Claro, talvez isso desse certo. Fui correndo até o meu pai. Como já havia previsto, ele queria comentar a nossa mudança e a promoção dele. Fingi que prestava atenção nele, mas logo que ele acabou eu saí correndo. Fui direto falar com a Clare.

- Clare, venha comigo. Tem uma coisa que eu quero te contar.

"Caro leitor:
No nosso próximo encontro eu mostrarei o plano. Talvez aches que tudo isso está rumando para um tom romântico, apesar de eu não pensar o mesmo. Bem, deixarei que penses o que quiser. Desejo-lhe um bom dia, e até mais.
Sinceramente, Roy Mohammed"


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Última edição por Gigabolt em Qui Mar 19, 2009 4:14 pm, editado 1 vez(es)

5 Re: O príncipe e o mendigo em Qui Mar 19, 2009 1:27 pm

Loma

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Posso ficar com o Joseph pra mim? '-'
Posso?
posso?
parei '-'
KUHDASHKUSDAHKUDSAHKUDSAHKUASKDUHDHSKAUHUKASD

PEGAELAMOHAM! (?)

Parei de novo '-'

QUERO MAIS AGORA Ò.Ó (?)

6 Re: O príncipe e o mendigo em Sex Mar 27, 2009 5:46 pm

Gigabolt

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Hipster
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Bem, pelo visto o estilo da fic não se encaixou nem um pouco com o fórum =P
Talvez seja pelo fato de eu ainda não ter muita experiência explorando psicológicos diversos, mas fazer o quê, isso tá mais como um treino (Y)

Anyway, vamos a mais um cap:

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3º Dia - Assassino


"Caro leitor:
Essa saudação pode levá-lo a pensar que estás a ler o que o Mohammed está escrevendo. Ledo engano. Hoje quem se dirige a vós se chama Joseph. Joseph Smith, para ser mais específico. Já faz muito tempo desde que ouvi me chamarem pelo sobrenome. Atualmente, apenas o bastardo do Mohammed, com aquele jeito cínico, me chama pelo nome apenas para humilhar-me mais ainda. O pai dele me chama apenas por "1", enquanto a minha irmã ele chama por "2". Sinto-me humilhado também em ser tratado como um ser que não merece ter um nome. Lembro-me dos anos dourados, nos quais meu pai era um contador de uma empresa local. Viviamos bem, minha irmã, meu pai, minha mãe e eu. Além de claro, meu hoje defunto irmão mais novo. Ele morreu por causa da nova epidemia de varíola, que dizimou por volta de 15 países europeus. Talvez possa explicar-lhe mais detalhadamente os motivos dessa epidemia mais tarde. Agora, continuemos a história."
Joseph Smith, 27/03/2XXX,Londres,Inglaterra


Mais uma coisa para tornar o dia desagradável: o Mohammed chamou minha irmã para conversar. Já não basta o pai dele com aqueles olhos maliciosos, o filho também está atrás dela? Não posso permitir isso.

- Ofélia, onde está o facão? Preciso cortar alguns legumes!

Ofélia era praticamente a nossa mãe. Sempre procurou nos proteger das punições da família, e sempre fomos infinitamente gratos à ela por isso. Seus cabelos crespos, suados de estar em frente ao fogão, e sua face já enrugada pelo trabalho demonstravam que ela recebia todas as punições na pele e suportava. Em sumo, era uma pessoa maravilhosa.

- Está na mesa. Eu usei agora a pouco.

Ótimo. Agora já podia acabar com essa situação de uma vez.

Subi as escadas, em direção ao quarto do bastardo. Porta fechada. Mas todas as falhas da arquitetura dessa casa já me foram notadas. Sei um local onde posso ver o que está acontecendo.

- E é isso que pretendo. Você entende? - O infeliz já estava terminando sua fala. Agora era ver o que ele pretendia.

- Eu não esperava isso de você. De qualquer forma, não vou fazer isso e - Nesse instante, ele agorrou o braço da minha irmã, com olhos que me lembravam claramente o demônio.

" Maldito! " Corri em direção à porta. Não podia ficar assistindo esse infeliz fazer o que quer com minha irmã.

- Você vai morrer!!!

Consegui rapidamente arrombar a porta. Os trabalhos bracais, de alguma forma, vieram a calhar.

Nesse momento, senti uma pontada indefinível de prazer em ver a cara de pavor daquele lixo. Seus olhos estavam enormes, e ele, mesmo com aquela maldita pele que o deu poder, ficou pálido como a neve. Ele se afastou rapidamente ao ver que eu estava armado. Logo ele já estava encostado na parede, gritando por socorro. Minha irmã estava atônita, sem entender a situação.

Infelizmente, não podia regozijar de tal momento por muito tempo. Ele tinha de morrer. E tinha de morrer da forma mais dolorosa possível. Não poderia deixá-lo ileso depois de todos seus crimes.

" Caro leitor:
Não tenho muito o que dizer à vossa pessoa nesta despedida. Quero apenas que saiba que toda vez que me lembro do sabor de merda do sangue dele um sorriso se esboça na minha face. Considera-me um assassino?
Sinceramente, Joseph Smith "


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7 Re: O príncipe e o mendigo em Sex Mar 27, 2009 6:33 pm

Loma

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Me perdi '-'

*autista* (?)

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