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Os reis da granja

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1 Os reis da granja em Ter Jun 21, 2011 8:16 pm

Marj Zahnstein

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Lá no começo do forum, tivemos uma conversa muito sem noção no chat, que acabou se tornando uma batalha. Eu tenho salva a conversa e resolvi transformar em fic, mas praticamente só organizei as falar e ações, acrescentando uma coisinha aqui e ali. O resto, é tudo criatividade do povo que tava on no dia. Vou lançando de pouquinho porque não arrumei tudo ainda. Espero que gostem

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Numa época de mitos e lendas, onde civilizações muito avançadas de perus vivam em pé de guerra com seus inimigos frangos, uma batalha épica teve início.
E a história, nunca mais foi a mesma.

Os Reis da Granja

Quando o peruzinho nascia, como todos os peruanos, ele era avaliado. Se fosse mirrado, depenado, com bico torto e esquisito, seria enviado a subir a montanha e trabalhar como faxineiro das monjas, senão... Viraria um peruano.
Desde o momento que soltava seu primeiro glu glu, era batizado no fogo da panela. Aprendia a nunca se deixar mergulhar na água fervente, a bater as asas e soltar penas no esforço para voar e fugir do ensopado... E principalmente, a nunca recuar ou render-se, que a morte no campo de batalha a serviço de Peruarta era a maior glória que podia conseguir.
Aos 7 anos, o peruzinho é tirado das asas da mãe e lançado ao galinheiro.
A sociedade de guerreiros peruanos foi fundada em uma era milenar, para criar os melhores perus que o mundo já conheceu. O galinheiro força o peruzinho a lutar, depenar frangos, esconder pintinhos e roubar ração para comer. E se necessário, preparar um galeto no espeto.
Nesse ambiente inóspito, o peruzinho passava por todas as provações e aprendia a não mostrar misericórdia, ele era constantemente testado e jogado novamente no galinheiro para usar toda sua sagacidade e vontade contra a fúria de seu inimigo natural, pois voltaria para seu povo um peruano, ou não voltaria.
É noite... O peruzinho foi jogado na granja... Esse é o teste final. Um frango de briga se aproxima. Sua crista balança molengamente com o vento. O ar é denso e as nuvens cobrem a granja de escuridão. O frango começa a ciscar, a respiração do peruzinho fica mais pesada, mas ele não recua. Ele não é acometido pelo medo, suas penas ficam mais aguçadas, suas asas seguram a lança peru. Ele aguarda, o inimigo se aproxima, e com um único golpe, o peruzinho coloca o grande frango no espeto. As penas voam, o frango solta um último có có enquanto cai pesadamente, encontrando seu fim. AH GLU! O peruzinho se tornou um peruano.


- Peruanos, glu glu glu, que assunto tão urgente vocês têm a tratar comigo? – general Marjru chegou correndo apressada, soltando penas e batendo as asas durante o percurso.
- Vamos revolucionar glu o glu Natal! Glu! – general Luguiru falou a altos brados.
- Diga não à morte do peru no Natal! – general Lineru exclamou com as asas erguidas para o alto, ao que os demais peruanos reunidos responderam:
- Ah glu! Ah glu!
- Essa matança infundada de companheiros precisa parar! – Lineru continuou, para loucura dos peruanos presentes.
- Vocês têm toda razão soldados, não podemos baixar o bico para esses povos que se acham donos da verdade e da vida do peru. – Marjru falou séria, calando as vozes em polvorosa - Porém, não cabe a mim determinar o início de uma guerra. Cabe... A ele.
O chão pareceu estremecer no momento em que as últimas palavras foram pronunciadas, o silêncio se tornou absoluto, enquanto um imponente peru de 2 metros de altura se aproximava. Toda sua presença inspirava respeito e temor.
- Reverenciem o mestre! – Marjru deu o comando. Todos os perus ajoelharam-se e aguardaram em silêncio. – Mestre glu glu glu. – a general se aproximou e beijou as asas do grande mestre peru Pekeno – Estamos enfrentando um momento critico glu, o Natal se aproxima... Muitos dos nossos foram levados de nosso meio pelas formas mais covardes glu, que se possa imaginar. Precisamos escrever uma nova página nos registros da história. Chegou a hora do Peru! Glu glu glu!
Peru Pekeno respirou profundamente, correndo seu olhar pelos generais e soldados presentes. Ele sabia, assim como o nascer do sol anuncia um novo dia, que o momento havia chegado. Tomou fôlego.
- PERUANOS! WHAT IS YOUR PROFESSION?
- PERUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!
- Generais, soldados. – o mestre falou com sua voz superior. – Precisamos nos preparar, a batalha se aproxima! FOR PERUARTA!
- AH GLU! AH GLU!
- Mestre peru precisa tomar cuidado. – Pekeno continuou - Muitas tentativas de assassinato se aproximam, nem todos gostam do mestre.
- Precisaremos evitar deixar nossas casas na noite de Natal – Lineru falou séria, preocupada com o bem estar do grande mestre.
- Nada temei grande e sábio mestre, nós te protegeremos. – A general Marjru falou segura, batendo a asa no peito.
- WE FOLLOW PERUARTAN LAW! – mestre bradou, fazendo todos os peruanos ajoelharem em reverência.
Com o peito estufado em orgulho, Marjru passou às ordens seguintes.
- Em fila companheiros peruanos!
Batendo as asas, Luguiru apressou-se a ficar em fila.
- GLU GLU GLU!
Um pouco atrasada, Lineru correu batendo as asas e se alinhou com os demais companheiros.
- Peruanos, enfrentaremos a batalha de nossa vida! Mantenham bravos os seus espíritos!
- Glu glu glu glu – Lineru levantou as asas em apoio.
- Reunião com os seus generais! – mestre peru Pekeno deu as ordens – Iremos discutir as estratégias de batalha. Que se forme a Peruávola redonda.
- Glu glu glu. – general Luguiru tomou a dianteira e saiu em disparada até o lendário templo Peru, local das mais importantes decisões. As demais generalas seguiram-no soltando penas e batendo as asas.
Foi em completo silêncio que a peruávola foi formada e peru Pekeno tomou seu lugar, e num silêncio ainda mais completo que Hiei-sama, o supremo conselheiro, aproximou-se para lançar uma luz de infinita sabedoria aos perus presentes.
- Hiei-sama. – Todos se curvaram diante de tão superior presença.
- Ó mestre dos mestres. – peru Pekeno reverenciou Hiei-sama.
- Avançai bravos guerreiros. – Hiei-sama falou com toda a voz do saber – Lembrai-vos de nossa lei. Nunca recuem. Nunca se rendam. – fechou os olhos e silenciou. Havia falado tudo o que havia a ser dito.
- Ah glu! Ah glu! – Luguiru ergueu a asa, sendo seguido pelos demais perus. Não existem palavras capazes de descrever tal momento.
- Peruanos, preparem-se para a guerra! – mestre peru Pekeno deu a ordem. No mesmo instante, os generais começaram a vestir a malha e a armadura peru e a pegar a espada e o escudo peru.
- Seguiremos em formação Asa de Peru! – general Luguiru passou as instruções e todos os peruanos alinharam-se, fizeram uma última reverência a Hiei-sama e partiram em direção à batalha.
A travessia foi intensa. Cruzaram pela floresta sem fim, pelo gelo cruel e pelo deserto escaldante, porém, não interrompendo um segundo sequer o hino da nação.
- Erguei as asas e daí glória ao peru! Erguei as asas e daí glória ao peru. Erguei as asas, somos todos filhos do peru.
Até chegarem ao local que ficará marcado nos registros da história... A Granja.
- Có có có!
Aquele som era inconfundível. Estavam completa e absolutamente no covil inimigo.
- Feliz Natal! – Mano frango. O fanfarrão da granja, aquele que mais provoca e atiça a sede de sangue falou as palavras proibidas. Não havia outra saída a não ser banhar o campo de batalha de penas.
- MORTE AO FRANGO! Ahglu Ahglu! – general Luguiru deu o grito inicial e a batalha épica teve início.
- This is peruartaaaaaaaaaa! – Marjru desembainhou a espada e correu arrancando asas inimigas.
- Morte ao frango! Glu glu glu!
- Morte ao frango? – mano frango pegou em armas – Jamais! – correu em direção à batalha, viu o bando de perus enlouquecidos correndo em sua direção, deu meia volta e fugiu em disparada. – Esse é o clima do Natal?
- Não fuja animal inimigo, vamos matá-lo ahglu ahglu. – Lineru tomou a dianteira na perseguição.
Luguiru, com a espada peru em asas corria atrás do inimigo e, num salto mortal, estava prestes a atingi-lo, quando um grande escudo se interpôs em seu caminho. Dando alguns passos para trás, Luguiru vislumbrou o novo inimigo. Não era outro senão, Le frangou.
- Venho em defesa dos frangos. – foram suas palavras enquanto entrava em posição de batalha.
- Morte ao Leeeeeeeeeeeeeee. Peruartas, ao ataque. – general Marjru gritou já preparando suas bombas de penas.
- ATACAAAAAAAAAAR! Ah glu ah glu. – Luguiru bradou, porém Le frangou, rápido na fuga, afinal essa é uma das habilidades da espécie, conseguiu correr, levando mano frango até um local seguro.
Alguns frangos extras foram mortos antes de Le frangou retornar à batalha. Já em posse de seu machado mitológico, desferiu incontáveis golpes em Lineru e Marjru, que utilizaram toda a força do escudo peru para se defenderem.
E foi nesse momento crítico, de intenso fervor da batalha, que uma nova ave surgiu.
- Plah, se busca sangue, é bem vindo a se juntar a nós. – mestre peru Pekeno, ao avistar o visitante, falou do alto de sua imponente figura. – Junte-se a nós nessa batalha dos tempos mitológicos.
- Una-se aos peruartas ou sofra contra a nossa espada. – Marjru gritou enquanto cortava mais um frango que chegava sorrateiramente tentando atacar Lineru pelas costas.
Plah observou ambos os lados da batalha antes de perguntar:
- Quem me contrata?
- Seja inteligente Plah – Lineru argumentou – nós peruartas somos a maioria e mais fortes – continuou golpeando Le frangou que conseguiu invocar o baffo de carne bovina estragada, fazendo-a cair diante de tal golpe, mas Lineru consegue levantar, ainda que cambaleante, com a espada em riste.
- POR PERUAAAAAARTA... ahglu ah glu – Luguiru gritou.
- Peruartas Yahoooooo – Plah, irradiado com todo o esplendor da raça peru, não hesitou sobre qual lado duelar e sacou a espada.
Enquanto isso, Lineru, conseguiu acertar a perna de Le frangou, que cambaleou para longe, dando tempo para que Luguiru a segurasse pela asa, ajudando-a a se restabelecer.
Foi na poeira da batalha que Yumi, a general franga, se uniu a Le frangou, Luguiru foi rápido, soltou seu grito de guerra.
- POR PERUARTAAAAAAA. – e desferiu um golpe com a espada peru. – MORRAAAAAAAA FRANGAAAAA!
No entanto, a inimiga era traiçoeira e num ímpeto para morrer e ao menos levar alguém com ela, grudou-se na general Marjru, atirando-se com ela no penhasco. A general peru só teve tempo de jogar uma última bomba de penas antes de desaparecer, sua voz ecoando no campo de batalha.
- Peruartas, eu voltarei!


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2 Re: Os reis da granja em Dom Jun 26, 2011 8:48 pm

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Gostei do general Marjru...hihihihihih...eu me recordo...n sei se estou certa q vc inventava uns nomes estranhos, n lembro se era p as fics do Labirinto....acho q tinha uma cientista maluca....ai céus...misturei algo???....veio algo à sua memória??? estou errada??w

3 Re: Os reis da granja em Dom Jun 26, 2011 9:12 pm

Marj Zahnstein

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tinha a doutora marjstein hahahahah
cada ideia q eu tinha hahaha


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4 Re: Os reis da granja em Dom Jun 26, 2011 9:23 pm

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ah é verdade...kyakyakya...era ótimo...

5 Re: Os reis da granja em Qua Jul 27, 2011 1:38 pm

Galvão

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Terriveis batalhas... affraid

Me lembro de que sempre estava escondido nessas horas

Não sei o que os próximos capítulos vão revelar sobre essa batalha obscura... Mas depois da retirada de quase todo o batalhão do mestre Peru Pekeno... Frango continua a espalhar a corrupção em outras terras...



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